Polícia Federal forma nova turma de delegados e peritos criminais

Polícia Federal forma nova turma de delegados e peritos criminais

O Presidente Jair Bolsonaro participou, nesta segunda-feira (14), em Brasília, da cerimônia de encerramento dos cursos de formação para os cargos de delegado e perito criminal da Polícia Federal. Em discurso no evento, ele afirmou que a população brasileira reconhece o trabalho da Polícia Federal.

“Vocês, mais que uma esperança, [são] uma certeza de que o Brasil pode dar certo”, afirmou. “Vocês nos protegem muitas vezes, nos dão esperanças em outras oportunidades que dá para mudar o Brasil. O trabalho de vocês tem sido fantástico. Essa é uma instituição reconhecida no Brasil inteiro”, acrescentou o Presidente.

O curso de formação profissional é a última etapa do concurso público para ingresso nos cargos da carreira policial da Polícia Federal. Ao longo de 10 semanas, os participantes tiveram disciplinas teóricas e operacionais para desenvolver e aprimorar as competências necessárias a cada perfil profissional.

Entre as disciplinas estão algumas tipicamente policiais, como técnicas de investigação e planejamento de ações e operações policiais. E também temas pertencentes a área de conhecimento de outros profissionais que são abordados sob a ótica policial como crimes ambientais e desvios de recursos públicos.

Atuação da Polícia Federal

Durante a cerimônia de formatura foi apresentado um balanço sobre a atuação da Polícia Federal em 2020. Ao longo do ano, foram mais de 5,5 mil operações contra o crime organizado. Um número recorde, de acordo com a instituição.

No combate à corrupção, a apreensão de valores passou dos R$ 6 bilhões. Mais do que o dobro do maior valor que já havia sido alcançado, de R$ 2,7 bilhões em 2018.

Na área de combate ao tráfico de drogas, a apreensão de valores foi de R$ 1,2 bilhão. Até então, o maior valor era o de 2018, com R$ 665 milhões. Além disso, foram presos mais de 1,5 mil integrantes de facções criminosas.

Neste ano, a Polícia Federal atingiu a marca de 80% de resolução das investigações. Número que, segundo a instituição, é elevado em comparação com outros países.

(PLANALTO/FM)

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