Presidente da ANVFEB, recebe a Folha Militar nos 72 Anos do Desembarque da FEB na Itália

Presidente da ANVFEB, Breno Amorim, com o profº Edson Schettini de Aguiar e o jornalista Luiz Carlos Pereira Coelho, recebe o DVD comemorativo dos cinco anos de edições da Folha Militar

Presidente da ANVFEB, Breno Amorim, com o profº Edson Schettini de Aguiar e o jornalista Luiz Carlos Pereira Coelho, recebe o DVD comemorativo dos cinco anos de edições da Folha Militar

Numa rápida entrevista à Folha Militar, o presidente da ANVFEB, Breno Amorim, falou sobre o evento e o seu significado para todos os febianos.

FM: O que a FEB está comemorando hoje?

Breno Amorim: É uma tripla data. Estamos comemorando o aniversário da Associação, que foi criada em 16 de julho 1963. Foi escolhida essa data para constituir a Associação, que foi a mesma da chegada das tropas em Nápoles, quando o primeiro brasileiro colocou o pé na Itália. Quando o prédio foi construído, anos depois, em 76, ele também foi inaugurado no dia 16 de julho. Portanto, temos essas três ocasiões; a fundação da Associação, a chegada à Itália e o aniversário do prédio que é uma data significativa também.

FM: Existe algum projeto importante ainda para este ano?

Breno Amorim: O que vamos fazer é levar a FEB para fora, da ANVFEB. Nós já fizemos uma exposição itinerante em um Clube em Copacabana. Estamos agora fazendo exposições em escolas no segundo semestre e pretendemos ir também para espaços públicos de muita circulação de pessoas, uma área que a gente possa colocar lá nossa exposição itinerante, divulgar e apresentar o que foi a FEB.
Nosso objetivo com isso é difundir e mobilizar. À medida que as pessoas tomam conhecimento sobre nossa instituição, atraímos novos associados, fazendo com que outros tenham iniciativas de replicar essas experiências. É uma sinergia, palavra muito usada, de que tudo começa a andar para frente.

FM: O que é preciso para se associar a ANVFEB?

Breno Amorim: Não é preciso nada em especial. É necessário vir até nós e preencher uma ficha de associado. Ele ingressa, no primeiro momento, como associado colaborador. O estatuto prevê que posteriormente ele pode se transformar num sócio em condição de participar de cargos eletivos e até exercer cargos na diretoria, inclusive a presidência. Como sócio será sempre convidado para todos os eventos da instituição e receberá os informes a respeito. Também terá condições de acesso ao acervo cultural, como o nosso museu. Terá livre acesso para confraternizar com pessoas com quem vai comungar uma visão de Brasil e de sua história.

Foto: Fernanda Aragão/FM

(FM)

  • Compartilhar:
  • Facebook
  • Twitter
  • Delicious
  • Digg

Deixe uma resposta

— required *

— required *