FASTPORT foi sucesso na LAAD

Visando aumen­tar ainda mais o vo­lume de negócios, a FAST­PORT par­ticipou, mais uma vez, da LAAD (Latin America Aerospace and Defence). Por se tratar de uma empresa especializada em desen­volver cadeias de suprimentos, logísticas reversas de manuten­ção, gestões de programas e pro­jetos comerciais e militares de alta complexidade, a FASTPORT está sempre procurando melhorar ainda mais no conceito da alta qualidade. Então, com o mesmo sucesso da edição anterior (2009), a empresa atingiu os objetivos com a LAAD 2011, sendo um dos stands mais visitados da feira. Em entrevista a Folha Mili­tar, um dos fundadores da FAST­PORT, Carlos Henrique Hausen, explicou como surgiu a empresa e falou sobre a participação na LAAD.

Folha Militar: QuFASTPORTal a origem da FASTPORT?

CARLOS HAUSEN: A empre­sa é oriunda de uma agencia de carga que se chamava Oceanair. Visando novos horizontes resol­vemos fundar a FASTPORT.

FM: O que seriam os novos horizontes?

CH: Para iniciar fechamos um contrato de 10 anos com a Fórmu­la 1. Aí, adquirimos grande expe­riência em logística de transporte, além de carga aérea comum.

FM: E depois da Fórmula 1?

CH: Com eu disse, adquirimos vasta experiência em logística, então continuamos em corridas de automóveis. Foi quando em 1996, fomos prestar serviços na Fórmula Indy.

FM: a FASTPORT continua até hoje em corridas?

CH: Não. Nós voltamos a trans­portar cargas, como no início da empresa.

FM: E quanto a este tipo de transporte?

CH: É um transporte de cargas para todas as partes do mundo.

FM: E como é feito?

CH: Temos uma organização que agrega quase 200 agencias ao re­dor do mundo que nos auxiliam.

FM: E atualmente?

CH: Há 4 anos mudamos o foco para atividade de reposição de pe­ças e manutenção para a Marinha do Brasil, Exército Brasileiro e Força Aérea Brasileira.

FM: Como são estes contra­tos com as Forças Armadas.

CH: Com o Exército há um contrato de 2 anos com Itajubá, Minas Gerais, e suprindo aviões que estão em Manaus. Há 10 anos prestamos serviços à Marinha com atividades no Depósito Na­val do Rio de Janeiro. Estamos programando atuar na Base Aérea de Salvador fazendo suprimento de aviões.

FM: E quanto aos negócios fechados na feira?

CH: Estamos usando a feira como uma espécie de primeiro contato. No entanto, praticamente fechamos negócio com uma gran­de empresa norte americana de aviação.

(Luiz Carlos Pereira Coelho/ Pedro Rezende – FM)

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